Nos próximos dias o consumidor cianortense pode pagar mais caro pelo gás de cozinha. Em todo o Estado, houve um reajuste entre 6 e 6,5% – dependendo da marca do produto – no valor do botijão. Segundo o representante das empresas de revenda, o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo (Sinregas-PR), as companhias distribuidoras aumentaram pela segunda vez os preços e a única alternativa é repassar o custo à população.
O presidente do Sinregas, José Luiz Rocha, explicou que as distribuidoras alegam que houve aumento nos custos operacionais e também reajustes salariais. “As revendas não tiveram alternativa. Além disso, os aumentos salariais que vieram a partir de 1º de setembro causaram um impacto nos custos das revendas”, coloca antes de ressaltar que os custos represados durante os últimos doze meses também precisam ser levados em consideração. Entre eles fatores como combustíveis e manutenções de veículos. Por mês, são distribuídos no Brasil 33 milhões de botijões e 6% desse total é revendido no Paraná.
No Estado do Paraná são mais de 3.500 revendas autorizadas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O sindicato acredita que como os estoques das revendas são limitados, os consumidores devem sentir no bolso o peso do aumento.
(Com informações Itribuna)



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