Cancelei reuniões, eventos e toda minha equipe está trabalhando em casa para preservar a saúde de nossos colaboradores e de seus familiares.

Mais de 250 mil infectados em mais de cem países ao redor do mundo. Há um vírus respiratório circulando e causando pânico. O CONVID-19 já causou mais de 5,5 mil mortes até a primeira quinzena de março desse ano e continua afetando a vida de inúmeras pessoas.
No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou que já são 651 casos confirmados em 23 estados e no Distrito Federal. São sete mortes, cinco em São Paulo e duas no Rio de Janeiro. Na população idosa, a taxa de letalidade chega a 15%, com um aumento de 300 casos confirmados nos últimos 20 dias, autoridades sanitárias indicam que a expectativa é que os casos se multipliquem.
A orientação é simples: precisamos ficar em casa. Já está comprovado que o contato social entre pessoas faz o vírus se multiplicar com uma facilidade inimaginável. Uma pessoa infectada pode contaminar até seis pessoas, que, consequentemente, contaminam outras 36. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas e não desenvolvem a doença, mas mesmo assim transmitem o vírus.
Por isso precisamos cobrar e ser o exemplo. No início da semana decidi implantar o teletrabalho para toda a minha equipe, sejam os que estão em Brasília ou os que estão no Paraná. Atualmente, com computador, celular e internet a maioria das demandas podem ser atendidas e resolvidas de casa. Mantendo toda nossa equipe segura, podemos coibir a disseminação da doença e proteger nossos colaboradores e seus familiares. Vários países já provaram que o isolamento é a melhor solução, é o que evita o pico da doença, além de impedir uma explosão no sistema de saúde como um todo.
A orientação é ficar em casa, atendendo as determinações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Apenas os serviços fundamentais, como supermercados, farmácias, serviços de saúde, segurança pública e fornecimentos de água e luz devem permanecer funcionando, ainda sim, com o máximo de cautela para proteger os trabalhadores que não podem parar.
São medidas extremas, porém necessárias. A situação é muito grave e terá consequências catastróficas do ponto de vista da saúde pública, a exemplo do que está acontecendo ao redor do mundo. Não podemos esperar chegar na situação da Itália ou da China, por isso necessitamos nos adiantar, e assim, evitar um maior número de casos graves e mortes.
Fonte – Ascom ZD



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