Familiares de Ana Cláudia Alves, de 22 anos, e de Jonathan Willian Moreira da Silva, de 17 anos, compareceram na manhã desta quinta-feira (19), no Instituto Médico Legal de Maringá e fizeram o reconhecimento dos corpos que foram localizados no final da tarde de quarta-feira (18), em uma mata entre as cidades de Ângulo e Flórida.
A dona de casa Marinalva Alves, que é mãe de Ana Cláudia, reconheceu sua filha por causa de três tatuagens que tem no corpo e pelas roupas que trajava. Já o senhor Davi Moreira reconheceu seu filho também pela tatuagem que tinha no corpo. Jonathan morava em Atalaia e Ana Cláudia morava em Maringá.
No final da tarde desta quinta-feira (19), a Polícia Civil encontrou, muito próximo de onde foi localizados os corpos de Ana Claudia e Jonathan, dentro de um canavial, na área rural, entre Ângulo e Flórida, os outros dois corpos que estavam desaparecidos há uma semana. Eder das Neves Oliveira, de 21 anos, e Daniel Gonçalves de Araújo Júnior, de 20 anos,
foram executados com tiros na cabeça. Os corpos estavam um ao lado do outro.
Os quatro jovens sumiram da casa de Daniel Gonçalves, o conhecido “Juninho”, que residia em Londrina, mas estava morando há cerca de 7 meses em Flórida. A residência de “Juninho” era frequentada por viciados em drogas. A última vez que as quatro vítimas foram vistas foi na quarta-feira (11).
O delegado chefe da Polícia Civil de Maringá, Osmir Ferreira Neves, fez questão de ir ao local e acompanhar algumas diligências. Pelo que o delegado disse, o autor ou autores serão apresentados em breve. “Seja quem for, vai pagar pela chacina que cometeu” disse Neves.
Os corpos em estado avançado de decomposição foram levados para o IML de Maringá.
(André Almenara)






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