Polícia Civil de Cianorte prende suposta muçulmana procurada por estelionato e formação de quadrilha

estelionato01A Polícia Civil prendeu em Cianorte uma gaúcha, de 54 anos, procurada pela justiça de Santa Catarina por estelionato e formação de quadrilha, e que usava uma estratégica diferente para aplicar seus golpes pelas cidades por onde passava.

Segundo os investigadores Garcia e André Malaman, a mulher se apresentava como muçulmana, natural da Síria, inclusive se vestindo como tal e falando um bom português com sotaque típico daquele país. Mesmo depois de desmascarada, ela se recusou a tirar a burca que usava para cobrir o rosto, dizendo que tal atitude feria os seus princípios religiosos.

Com a mulher a polícia encontrou dezenas de peças de roupas e peças intimas, além de um anel, todos produtos de estelionato. A mulher e o esposo, estavam hospedadas em um hotel na cidade de Terra Boa, para não levantar suspeitas.

O Delegado chefe de Cianorte, Dr. Adão Rodrigues, contou que, no final da tarde de quarta-feira (28), os investigadores receberam a denúncia de um comerciante da cidade,10951108_774523132621823_812708412_n que suspeitou do comportamento de um casal que fechou negócio com ele.

O casal estava em um veículo importado, que foi localizado mais tarde trafegando pela Avenida Amazonas, na região da Zona 07. Na delegacia, a mulher se apresentou como Hannah Ester, e continuou afirmando que era muçulmana e que já estava morando a 25 anos no Brasil.

Foi através do nome do filho dela, que os investigadores conseguiram descobrir a verdadeira identidade da mulher, com nome e sobrenome brasileiro. A gaúcha passou a ser procurada pela justiça de Santa Catarina depois de ser condenada a seis anos de prisão pelos crimes de estelionato e formação de quadrilha.

10958693_774523162621820_1440152291_nNesta quinta (29), dois comerciantes de Cianorte, procuraram a Delegacia da cidade para formalizar a denuncia contra a mulher. De acordo com a Polícia, o golpe pode chegar ao valor de R$ 5.000,00 em Cianorte.

A polícia acredita que mais comerciantes tenham sido vítimas da mulher, e pede para que procurem a Delegacia para fazer o reconhecimento.

 

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