Professores da rede estadual de ensino reivindicam uma reposição salarial de 6,3% a partir do dia primeiro de maio e um aumento de, pelo menos 9%, dentro de uma expectativa de 26,97%.
Caso o governo do Estado não dê respostas, a categoria promete iniciar um manifesto no dia 13 de abril, reduzindo o tempo de aulas de 45 minutos para meia hora.
Se permanecer o impasse, os professores e funcionários da Educação iniciam uma greve geral a partir do dia 26 de abril.
“Queremos que o governo respeite a data-base para a reposição salarial. Sabemos que não existe orçamento para um reajuste de 26,97% e não há condições para a aplicação total deste porcentual, mas esperamos que o governador defina datas para conceder essa equiparação aos poucos até atingir o total”, explica a secretária-geral da APP Sindicato de Maringá, Maria Aparecida Genovês.
Ela conta que a categoria faz outras reivindicações, como a redução de alunos em sala de aulas. “Dependendo da escolas, as salas chegam a ter quarenta alunos. Queremos, no máximo, 35 alunos por sala”, observa. Os professores querem também uma mudança no Sistema de Atendimento à Saúde (SAS) para que se torne mais eficiente e satisfatório para todos os usuários.
O sindicato da categoria já definiu um calendário que inclui reuniões, manifestações e eventual greve
(Informações O Diário)



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