{"id":46496,"date":"2022-07-14T12:49:54","date_gmt":"2022-07-14T12:49:54","guid":{"rendered":"https:\/\/diadianoticias.com.br\/?p=46496"},"modified":"2022-07-14T12:50:22","modified_gmt":"2022-07-14T12:50:22","slug":"maringa-tem-o-primeiro-caso-suspeito-de-variola-dos-macacos-diz-secretaria-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diadianoticias.com.br\/?p=46496","title":{"rendered":"Maring\u00e1 tem o primeiro caso suspeito de var\u00edola dos macacos, diz Secretaria de Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/diadianoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/monkey.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"968\" height=\"646\" src=\"https:\/\/diadianoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/monkey.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-46497\" srcset=\"https:\/\/diadianoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/monkey.jpg 968w, https:\/\/diadianoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/monkey-300x200.jpg 300w, https:\/\/diadianoticias.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/monkey-768x513.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 968px) 100vw, 968px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A Secretaria de Sa\u00fade de Maring\u00e1 confirmou o primeiro caso suspeito registrado na cidade de Monkeypox, popularmente conhecida como var\u00edola dos macacos. A informa\u00e7\u00e3o foi confirmada na manh\u00e3 desta quinta-feira, 14, pela Prefeitura de Maring\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>A paciente \u00e9 uma mulher, entre 20 e 30 anos, que apresentou sintomas compat\u00edveis com a doen\u00e7a (les\u00f5es na pele) e foi atendida em um hospital privado da cidade. Ela teve contato com uma pessoa de S\u00e3o Paulo, tamb\u00e9m sintom\u00e1tica. A paciente est\u00e1 est\u00e1vel, em isolamento domiciliar e sendo monitorada pela equipe de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a prefeitura, os exames foram encaminhados para o Laborat\u00f3rio Central do Estado do Paran\u00e1 (Lacen) e outros dois laborat\u00f3rios em S\u00e3o Paulo e Santa Catarina para an\u00e1lise detalhada.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a assessoria de imprensa da prefeitura destacou que \u201cantes de registrar casos suspeitos, j\u00e1 estava capacitando os profissionais da sa\u00fade para a detec\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce da var\u00edola dos macacos. Na semana passada foram realizados treinamentos com a m\u00e9dica infectologista Ana Cristina Medeiros Gurgel e, nesta quinta-feira, 14, a epidemiologista Jussara Titato ministra a capacita\u00e7\u00e3o no Audit\u00f3rio H\u00e9lio Moreira. Podem participar m\u00e9dicos e enfermeiros da rede p\u00fablica e privada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">No Paran\u00e1<\/h4>\n\n\n\n<p>Na segunda-feira, 11, a Secretaria de Estado da Sa\u00fade (SESA) confirmou o terceiro caso de Monkeypox no Paran\u00e1. De acordo com a pasta, trata-se de um homem de 29 anos, residente em Curitiba, com viagem recente para S\u00e3o Paulo. O estado j\u00e1 havia confirmado outros dois casos nos \u00faltimos dias, sendo dois homens de 27 e 31 anos, tamb\u00e9m residentes na capital paranaense.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Sobre a doen\u00e7a<\/h4>\n\n\n\n<p>A var\u00edola dos macacos \u00e9 uma doen\u00e7a viral e a transmiss\u00e3o entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com les\u00f5es de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. A infec\u00e7\u00e3o causa erup\u00e7\u00f5es que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabe\u00e7a, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga. Mais de 200 casos da doen\u00e7a j\u00e1 foram confirmados em outros estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do nome, a doen\u00e7a viral n\u00e3o tem origem nos macacos, apenas foi identificada pela primeira vez nesses animais. A var\u00edola dos macacos n\u00e3o se espalha facilmente entre as pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A transmiss\u00e3o secund\u00e1ria (pessoa a pessoa) pode acontecer por contato pr\u00f3ximo com secre\u00e7\u00f5es infectadas das vias respirat\u00f3rias ou les\u00f5es na pele de um infectado, ou com objetos contaminados recentemente com fluidos do paciente ou materiais da les\u00e3o. A transmiss\u00e3o ocorre tamb\u00e9m por got\u00edculas respirat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais os tratamentos para a var\u00edola dos macacos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 tratamento espec\u00edfico, mas os quadros cl\u00ednicos costumam ser leves. Os pacientes v\u00eam se recuperando em algumas semanas apenas com repouso, hidrata\u00e7\u00e3o oral, medica\u00e7\u00f5es para diminuir o prurido e controle de sintomas como febre ou dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem medicamentos antivirais, como o tecovirimat e o cidofovir, que podem ser usados em pessoas sob risco de complica\u00e7\u00f5es, mas que n\u00e3o s\u00e3o facilmente dispon\u00edveis comercialmente. E, assim como na maioria das viroses agudas, o pr\u00f3prio sistema imunol\u00f3gico \u00e9 capaz de eliminar o v\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p>O maior risco de agravamento ocorre, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV\/aids, leucemia, linfoma, met\u00e1stase, transplantados, pessoas com doen\u00e7as autoimunes, gestantes, lactantes e crian\u00e7as com menos de 8 anos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como prevenir a var\u00edola dos macacos<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Para a preven\u00e7\u00e3o, deve-se evitar o contato pr\u00f3ximo com a pessoa doente at\u00e9 que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Tamb\u00e9m \u00e9 importante a higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, lavando-as com \u00e1gua e sab\u00e3o ou utilizando \u00e1lcool gel.<\/p>\n\n\n\n<p>Identificada pela primeira vez em macacos, a doen\u00e7a ocorre principalmente na \u00c1frica Ocidental e Central. Raramente se espalhou para outros lugares, ent\u00e3o essa nova onda fora do continente causa preocupa\u00e7\u00e3o. O primeiro caso europeu foi confirmado em 7 de maio em um indiv\u00edduo que retornou \u00e0 Inglaterra da Nig\u00e9ria, onde a var\u00edola dos macacos \u00e9 end\u00eamica.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem duas cepas principais: a cepa do Congo, que \u00e9 mais grave, com at\u00e9 10% de mortalidade, e a cepa da \u00c1frica Ocidental, que tem uma taxa de mortalidade de cerca de 1%. A monkeypox coloca os virologistas em alerta porque est\u00e1 na fam\u00edlia da var\u00edola, embora cause quadros menos graves.<\/p>\n\n\n\n<p>A var\u00edola foi erradicada pela vacina\u00e7\u00e3o em 1980, e a vacina desde ent\u00e3o foi descontinuada. Diante do aumento de casos em pa\u00edses onde ela n\u00e3o \u00e9 end\u00eamica, a OMS convocar\u00e1 uma nova reuni\u00e3o de seu comit\u00ea para definir como proceder com a quest\u00e3o e n\u00e3o descarta declarar a var\u00edola dos macacos como emerg\u00eancia de sa\u00fade global, mesmo status da covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Estado<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(Fonte: gmconline.com.br)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>A Secretaria de Sa\u00fade de Maring\u00e1 confirmou o primeiro caso suspeito registrado na cidade de Monkeypox, popularmente conhecida como var\u00edola dos macacos. 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