Paraná registra 106 novos casos de dengue em uma semana, aponta boletim

Foto: Rodrigo Méxas e Raquel Portugal/Fundação Oswaldo Cruz/Divulgação

O Paraná registrou 925 casos confirmados de dengue, conforme boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (5) pela Secretária de Estado da Saúde (Sesa). São 106 casos a mais que na semana passada.

Segundo a secretaria, 239 municípios apresentaram notificações da doença e 121 têm casos confirmados. O estado totaliza 8.311 notificações para a dengue.

Do total, 732 são casos autóctones – quando as pessoas contraem a doença na cidade onde moram.

Os municípios com maior número de casos suspeitos notificados são:

  • Londrina, no norte do estado;
  • Foz do Iguaçu, no oeste;
  • Maringá, no norte.

Segundo a Sesa, os números são referentes ao monitoramento que teve início em agosto deste ano.

Epidemia

O boletim desta terça-feira também apontou que mais dois municípios entraram em situação de epidemia da doença: Nova Cantu, no centro-oeste, e Uniflor, no norte.

Outros três municípios que já estavam em epidemia, são: Quinta do Sol, no centro-oeste do estado, Inajá e Santa Isabel do Ivaí, ambas no noroeste do Paraná.

Conforme a secretaria, o município é declarado em situação de epidemia quando registra, proporcionalmente, 300 casos para 100 mil habitantes.

Alerta

De acordo com o boletim desta terça-feira, o Paraná também apresentou dez municípios em situação de alerta – quando são apresentados entre 100 e 300 casos por 100 mil habitantes. Nesta lista estão:

  • Lindoeste, no oeste
  • Juranda, no centro-oeste
  • Douradina, no noroeste
  • Indianópolis, no noroeste
  • São Carlos do Ivaí, no noroeste
  • Floraí, no norte
  • Flórida, no norte
  • Florestópolis, no norte
  • Uraí, no Norte Pioneiro
  • Ângulo, no norte.

Cuidado

Segundo a Sesa, no estado, a maioria dos criadouros estão nos imóveis residenciais e comerciais. Esses criadouros se formam em todo recipiente que acumula água parada, como pratos de vasos de plantas, lixeiras dentro e fora de casa, coletor de água e do ar-condicionado, ralos, lajes, calhas e pneus velhos.

Além disso, na próxima estação, com os dias mais quentes, abafados e chuvosos, a proliferação do mosquito transmissor da doença pode ser ainda maior, alerta a secretaria.

(Fonte: G1.globo.com)

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