Seminário debate atendimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência

O encontro procurou capacitar os integrantes da Rede Socioassistencial, e integrar o fluxo do atendimento.

Buscar a integração do atendimento às crianças ou adolescentes vítimas ou testemunhas de violência, assegurando os seus direitos. Com esse objetivo, foi realizado nessa quarta-feira (26), no Anfiteatro da Unipar, o I Seminário sobre o atendimento à criança e adolescente vítima ou testemunha de violência da Comarca de Cianorte. O evento foi realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com o Ministério Público do Paraná, e contou com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Na oportunidade, os participantes acompanharam atentamente as palestras “Introdução à Lei nº 13.431 de 2017 que estabelece o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente Vítima ou Testemunha de Violência”, com a assistente social do MP/PR, Adriéli Volpato Craveiro; “O papel do Ministério Público do Estado do Paraná no Enfrentamento às Violências contra Crianças e Adolescentes”, com a promotora de Justiça, Dra. Fabiana Pimenta Soares; “Revelação Espontânea de Crianças e Adolescentes em Situações de Violências” e “A Escuta Especializada de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violências”, com a psicóloga do NATE/CAEX do MP/PR, Patrícia dos Santos Lages Prata Lima.

Para a palestrante, Adriéli Volpato Craveiro, a Lei nº 13.431 institui a obrigatoriedade dos municípios em se articularem para atender os casos, não apenas das vítimas da violência, mas também as testemunhas de violência.  “A cidade de Cianorte tem, infelizmente, muitas ocorrências contra crianças e adolescentes, e nós precisamos integrar o atendimento dessas vítimas. Nosso objetivo com este seminário é proporcionar esse atendimento integral, a partir da articulação das políticas públicas”, explicou a assistente social.

“Em Cianorte, a Rede Socioassistencial já faz a escuta especializada com as vítimas. O que hoje precisamos é fazer uma reorganização do ciclo de atendimento, desde o momento da descoberta dos casos”, pontuou a secretária municipal de Assistência Social, Marlene Bataglia. “Quando detectamos uma ocorrência, nós fazemos a escuta e o acolhimento da vítima, e então acionamos o Conselho Tutelar e os órgãos competentes, para que o fluxo de atendimento ocorra de maneira correta”, concluiu.

Também participaram do evento a secretária municipal de Educação e Cultura, Maria Neuza Casassa, que na oportunidade representou o prefeito Bongiorno; a juíza da Vara da Infância e Juventude, Dra. Marília Mitie Yoshida; as promotoras públicas, Dra. Elaine Lopo Rodrigues e Dra. Fabiana Pimenta Soares; a defensora pública, Dra. Fernanda Luckmann Saratt; a chefe do Escritório Regional da Secretária de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Adriana Macedo Águila; o chefe da Divisão dos Direitos da Criança e do Adolescente, Fernando Oswaldo Ribeiro; a presidente do CMDCA, Marcilene Beatriz Hipólito de Castro; a presidente do Conselho Tutelar, Ana Paula Cavalcanti Calado; e a representante do Núcleo Regional de Educação, Gislaine Schiavo Miquelino.

(Fonte – Assessoria de Comunicação PMC)

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